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Os avanços nas técnicas e estudos sobre a infertilidade aumentaram significamente as chances dos casais que desejam engravidar. Qualquer que seja o tratamento, a recomendação é individual de acordo com o diagnóstico e histórico tanto do homem, quanto da mulher. Clique nos links abaixo e saiba mais.
> Relação Sexual Programada > Inseminação Artificial > Fertilização in vitro (FIV) > Transferência Intratubária de Gametas (Gift) > Transferência Intratubária de Zigoto (Zift) > Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide (ICSI) Relação Sexual Programada
Esta é a mais simples das técnicas, já que não é invasiva e estimula somente uma maior produção do número de óvulos por meio de medicamento hormonal para aumentar as chances de fecundação.
O crescimento desses óvulos é acompanhado no consultório médico por meio do ultra-som para verificar o tamanho ideal. É neste período, de 24 a 36 horas após a aplicação do medicamento, que são recomendadas as relações sexuais. As chances de sucesso variam de 20 a 25%. Inseminação Artificial
Consiste na introdução dos espermatozóides diretamente no útero por meio de um cateter delicado. É um procedimento simples, rápido e indolor, que pode ser realizado no próprio consultório médico e em poucos minutos.
Indicado para casos onde o homem possui uma alteração da concentração de sêmen ou para mulheres com dificuldade de engravidar e que tenham as trompas sem obstrução e permeáveis, este tratamento aumenta as chances de fertilização em relação aos tratamentos mais simples como a indução da ovulação, onde o coito é programado após a estimulação da produção de óvulos pelo ovário com medicação.
Após a inseminação, a paciente volta à rotina normal do cotidiano, inclusive ao ritmo das relações sexuais.
Vantagens: Desvantagens: Fertilização in vitro (FIV)
Conhecida como técnica do "bebê de proveta", a FIV é uma das mais utilizadas e com maior chance de eficácia no processo de reprodução assistida. A indicação deste tratamento é principalmente para mulheres que não conseguiram obter resultado com outras técnicas mais simples ou que tenham diagnóstico de trompas obstruídas.
Assim como nos procedimentos anteriores, a mulher recebe medicações hormonais para estimular a ovulação e produzir mais óvulos, que serão aspirados por meio de uma agulha especial e colocados em contato com o espermatozóide fora do corpo da mãe, em laboratório. Após a fecundação, o embrião volta ao útero da genitora para finalizar o crescimento normal do bebê. Todo o processo da FIV ocorre em fases:
Desvantagens: Transferência Intratubária de Gametas (Gift)
Seguindo os mesmos procedimentos da técnica de fertilização in vitro, os óvulos são coletados e unidos ao espermatozóide em laboratório. No entanto, são recolocados na tuba uterina por meio da técnica cirúrgica de laparoscopia. Este tratamento está em desuso porque a FIV, além de ser uma técnica mais sofisticada, apresenta menos riscos por evitar a cirurgia.
Indicação: Transferência Intratubária de Zigoto (Zift)
Utiliza a mesma técnica do Gift, porém aguarda-se a fertilização (zigoto) no laboratório para fazer a transferência por meio da cirurgia laparoscópica. Também é um método que vem sendo substituído pela FIV.
Indicação: Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide (ICSI)
Este procedimento é indicado principalmente quando o caso está relacionado a um fator masculino severo, diagnosticado pela baixa ou ausente quantidade de espermatozóides na ejaculação. A técnica ocorre por meio de uma injeção de espermatozóide no citoplasma do óvulo, que é previamente preparado para a injeção. Essa técnica auxilia também o processo normal da FIV.
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